Sem ti não há cio, nem haste que prospere, ou garras que madruguem entre os vultos da pele.
Leva os meus ramos, resguarda-te e sente a lembrança das mãos a despir-te, que esta noite continuarei a rabiscar e quiçá aniquile este dilatado caminho. Jamais consentirei que a punição te leve por carência, confio e lutarei para que esse poço não me ceife.
Não vou falsear! São saudades, escabrosas e nostálgicas, de um absorto ensejo… um beijo livre e rendido.