
Qualquer um de nós tem a desventura presente, mas continuamente de ventas aprumadas intentamos demonstrar a tudo e todos que andamos bem e somos abundantemente afortunados. Malogrado por se ser anafado, solitário, ou por perda de algum prezado, vamos demonstrando ao mundo essas mínguas e decepções. Necessidades que abonam cunhos copiosamente críticos de sanear. Tempos difíceis adivinham-se aos forasteiros, terão de topar os fragmentos e gruda-los amiudadamente. Será problemático conferir valia às exíguas metamorfoses da vida? Enaltecer os sentimentos, os gestos, as atitudes…bem-aventurados dia após dia, e não nos deixarmos arrastar pela ganância e degustarmos cada instante como se fosse um erário? Todos os ensejos de contentamento e satisfação são provisórios, tudo é efémero!