Num País onde se paga apenas 12% de Iva por uma garrafa de pinga, não estranho que a taxa de natalidade tenha afrouxado para metade nos derradeiros quarenta anos. Aliás, bebe-se em Portugal a insignificante quantia de 2,8 milhões de litros de álcool por dia. Claro que depois as maternidades têm de ser fechadas. Não se fazem filhos! Apanham-se é grandiosas cardinas. E depois claro… aplicam-se castigos por descomedimento do uso de etanol na condução. O estado acicata o consumo! É mais económico apanhar uma carraspana que “ir para cama” com a mulher! Depois chegam a casa e em vez de fazerem o amor, a tão célebre procriação, sovam as mulheres. Ora, e como não fazem filhos… lá está, por isso é que só 10% da sociedade faz exercício físico, daí os 13% de taxa de obesidade e tendo em conta também que 19% da população portuguesa fuma, que temos a maior taxa de incidência de cancro do colo do útero, que aparecem todos os anos 5000 mil novos casos de cancro da mama, que nos últimos 40 anos o cancro de pele aumentou drasticamente e que somos o único país da união europeia onde se tem averbado um acréscimo de infectados com HIV, agrada-me seguir o raciocínio do nosso primeiro, mesmo não percebendo em quê que a esperança média de vida tem a ver com as pensões, e daí advir que com apenas 29 anos de idade me falta somente um ano para me reformar, isto, comportando sempre a realidade da sociedade portuguesa na lógica do regente mor.