Almejar tanto e nada ter
Insatisfação constante…
Numa busca incessante,
Eu? Quem sou? Continuo sem saber!
Toda a minha essência devaneei.
E de tanto catar,
Numa negra escuridão topei,
Um alento copiosamente distinto para amar.
O estouvado vazio prolifera o desleixe,
Esgueiram-se as noções e conceitos.
A existência cursa num rebentar através dos peitos
E inutilmente sentado emerge o desfeche.